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desafioecologico

“Quando o último rio secar, a última árvore for cortada e o último peixe pescado, eles vão entender que o dinheiro não se come”. Chefe Índio - Seattle - 1855

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“Quando o último rio secar, a última árvore for cortada e o último peixe pescado, eles vão entender que o dinheiro não se come”. Chefe Índio - Seattle - 1855

"A renda do dinheiro como medida do sucesso na vida tem o inconveniente de que o seu conhecimento raramente é de domínio público. Portanto, para desfrutar não apenas sua alta renda, mas também da estima que ela pode garantir, é preciso torná-la conhecida através de um comportamento apropriado de gastos. Parte disto consiste em comprar o que os ricos compram. (SCITOVSKY, 1992)  - e parte disto significa ser escravo da imagem que pretendemos projectar nos outros, mesmo que não seja (...)
“Quando o último rio secar, a última árvore for cortada e o último peixe pescado, eles vão entender que o dinheiro não se come”. Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz mais de um século e meio. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade. A carta: Talvez (...)
“Quando o último rio secar, a última árvore for cortada e o último peixe pescado, eles vão entender que o dinheiro não se come”. Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz mais de um século e meio. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade. A carta: Se eu me (...)
“Quando o último rio secar, a última árvore for cortada e o último peixe pescado, eles vão entender que dinheiro não se come”. Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz mais de um século e meio. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade. A carta: Sabemos (...)
“Quando o último rio secar, a última árvore for cortada e o último peixe pescado, eles vão entender que o dinheiro não se come”. Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz mais de um século e meio. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade. A carta: "O (...)
24 Out, 2023

A Graça da Vida

Vivemos agarrados à superficialidade do consumismo e aos motores do crescimento económico míope. Quando deixamos de sentir que somos turistas no mundo natural é-nos revelado o sentido do todo. E essa é a resposta à questão de como fomos ou por quem colocados aqui. Contudo continuamos perguntar se fomos criados pela criatividade de cosmos, se fomos modelados por algum Deus ou se nascemos do corpo da Mãe Terra. A verdade é que estamos inextrincavelmente ligados a nível molecular (...)
«Ter consideração significa prestar atenção de uma determinada forma: intencionalmente, no momento presente e sem juízos de valor. Este tipo de consideração alimenta uma maior consciencialização, clareza e compreensão da realidade do momento actual. Alerta-nos para o facto das nossas vidas se revelarem apenas em instantes. Se não estivermos totalmente atentos a esses momentos, corremos o risco não só de perder aquilo que nos é precioso, mas também de não nos apercebermos (...)
«É exagerado dizer que cada um é aquilo que lê de manhã, mas é certo que não se é aquilo que não se faz. Uma manhã que começa com números, palavras ou máquinas é susceptível de se transformar num dia repleto das mesmas coisas. Quando se começa o dia a olhar para o céu, as árvores e os pássaros, pode ser este dominado por palavras e máquinas, mas pelo menos existirá uma perspectiva natural que oferece um contexto mais amplo. Um dia que se inicia com o reconhecimento (...)
Os indígenas da floresta amazónica são os verdadeiros defensores do mundo e das pessoas. Eles, os que lutam pela defesa da floresta, pela sua preservação, fazem mais que todas as acções dos pseudo defensores da natureza. Há mais profundidade e filosofia de vida num só pensamento desses povos do que em todas as parvoíces desses grupelhos sem bases nem projectos para defender a natureza. Para esses povos a floresta não são apenas árvores. A floresta é medicina, religião, (...)
Thoreau relembra-nos que o bosque oferece uma paisagem de fundo para aliviar os nossos problemas enquanto passeamos. Contudo não devemos ser dominados pela nossa angústia, de tal forma  que não reparemos nas coisas belas que o bosque nos oferece. Passear no bosque deve ser como uma meditação, cujo foco fundamental é a reparação dos problemas do dia. O bosque deve tornar-se no esquecimento das coisas que nos atormentam e a caminhada deve servir para desanuviar o espírito. Quero (...)