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desafioecologico

“Quando o último rio secar, a última árvore for cortada e o último peixe pescado, eles vão entender que o dinheiro não se come”. Chefe Índio - Seattle - 1855

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“Quando o último rio secar, a última árvore for cortada e o último peixe pescado, eles vão entender que o dinheiro não se come”. Chefe Índio - Seattle - 1855

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Desde criança que nunca acreditei que poderia ter tudo o que desejava. Nunca pensei em conseguir um bom emprego. Ganhar um bom salário. Talvez por isso, nunca( ou poucas vezes) fui aliciado pelos bens publicitados nos media. Nunca me imaginei com um grande carro, nem com qualquer tipo de reconhecimento. Ao contrário, o meu prazer (desde criança) reside em observar a vida animal e vegetal. Sempre vivi numa área de 20 quilómetros, tendo como pano de fundo o rio Tejo. Os meus bens são observar os patos, os flamingos, uma águia-pesqueira, um alfaiate, um corvo marinho, etc. Descobri cedo que não se come dinheiro. Descobri mais tarde que a vida se encarrega de nos fazer chegar o que é preciso. E não há nada que pague um campo florido, uma teia de aranha com gotas de orvalho, um rio que saltita de pedra em pedra ou um campo de papoilas. Nada me dá mais prazer que isto, e comparar estes pequenos nadas com dinheiro é pura  perda de tempo. Thoreau construiu ( com as próprias mãos) uma cabana na floresta onde viveu vários anos. Ele escreveu sobre esse tipo de vida simples e filosófica. Quanto a mim, só sei que tenho na minha alma, um mundo inteiro de pequenas coisas gratificantes.

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